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perguntado em Política, Leis e Sociedade por (3,2K pontos)
... No dia 01/janeiro...

... Estiver assistindo na TV à cerimônia de posse do presidente eleito...

... Depois de ter passado o Natal e o Réveillon na Polícia Federal de Curitiba???

4 Respostas

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selecionada por
 
Melhor resposta
"É hoje que eu vou beber que nem um CONDENADO..."
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respondida por Cobre (7,5K pontos)
O Lula pensa? Se sim, não sou capaz de deduzir o que seria...
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respondida por Bronze (17,3K pontos)
Espero que ele pense o seguinte:
é, já tive tudo hoje não tenho nada,  nenhuma grana do mundo vale a perda da liberdade.
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respondida atrás por (2,8K pontos)
SE A JUSTIÇA FOR ÁGIL DÁ PARA O BOZO PASSAR O NATAL NA CELA COM LULA
MELHOR O jAIR SE ACOSTUMANDO SER CHAMADA DE "MARISA" PELO BARBUDINHO POIS SERÁ A MULHERZINHA DA CELA.

A Operação Furna da Onça foi uma operação policial brasileira deflagrada pela Polícia Federal no dia 8 de novembro de 2018. Foram expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), a princípio, 19 mandados de prisão temporária, 3 de prisão preventiva e 47 de busca e apreensão. A ação, que foi um desdobramento da Operação Lava Jato no estado do Rio de Janeiro, contou com a participação de 200 policiais federais, 35 membros do Ministério Público Federal e 10 auditores da Receita Federal.[1]

O objetivo da operação, baseada na delação premiada de Carlos Emanuel de Carvalho Miranda, nas investigações feitas na Operação Cadeia Velha e nas provas colhidas nas delações de dois doleiros, é investigar a participação de deputados estaduais do Rio de Janeiro em um esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e loteamento de cargos públicos e mão de obra terceirizada em órgãos do Governo do Estado do Rio de Janeiro.[2] Segundo Miranda, um grupo de parlamentares recebia mensalmente uma quantia do grupo político de Sérgio Cabral em troca de apoio parlamentar, quantia essa que variava de R$ 20 mil a R$ 100 mil.[3]
Família Bolsonaro
“Furna da Onça” vê transação suspeita de R$ 1,2 milhão de assessor de Flávio Bolsonaro

O ex-assessor do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL), filho do presidente eleito Jair Bolsonaro, Fabrício José Carlos de Queiroz, movimentou 1,2 milhão de reais em uma conta entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017. A movimentação, considerada atípica, foi citada em um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão de fiscalização ligado ao Ministério da Fazenda, revelou nesta quinta-feira O Estado de São Paulo.

O relatório do Coaf em que aparece o nome de Queiroz faz parte da investigação que deu origem à operação Furna da Onça, da Polícia Federal, um desdobramento da Lava Jato, que, no mês passado, levou à prisão de dez deputados estaduais do Rio de Janeiro. De acordo com o jornal, o assessor estava lotado no gabinete do parlamentar na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) até 15 de outubro deste ano, quando foi exonerado a pedido.

“O Coaf informou que foi comunicado das movimentações de Queiroz pelo banco porque elas são ‘incompatíveis com o patrimônio, a atividade econômica ou ocupação profissional e a capacidade financeira’ do ex-assessor parlamentar”, diz a reportagem. O relatório mostra ainda que, entre as movimentações do ex-assessor de Flávio Bolsonaro que foram mapeadas pelo Coaf, há um cheque de 24.000 reais destinado a Michelle Bolsonaro, esposa do presidente eleito e futura primeira-dama do Brasil.

O Ministério Público Federal  havia pedido ao Coaf um pente fino em todos os funcionários e ex-trabalhadores da Assembleia com transações financeiras suspeitas. Também foram identificados saques em espécie que somam 320.000 reais, sendo que 159.000 foram sacados em uma agência bancária dentro do prédio da Alerj. O Ministério Público Federal, responsável pela investigação, afirma que a documentação anexada a esta etapa da Lava Jato, será investigada.  O ex-assessor e o deputado disseram  que não sabem de nada.

No mesmo relatório aparece Nathalia Melo de Queiroz, de 29 anos. Filha de Fabrício, ela também foi funcionária de Flávio Bolsonaro entre 2007 e 2016. Menos de uma semana depois de ser exonerada, em dezembro de 2016, foi nomeada para o cargo de secretária parlamentar de Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados.  O documento não deixa claro os valores individuais transferidos entre Nathalia e Fabrício, mas junto ao nome dela está o valor total de R$ 84 mil.

Além de Nathalia, a mulher de Fabrício, Márcia Oliveira de Aguiar, e outra filha dele, Evelyn Melo de Queiroz, trabalharam no gabinete de Flávio Bolsonaro, como revelou o jornalista Lauro Jardim, do jornal “O Globo”. Márcia aparece na folha de pagamento da Alerj de agosto de 2017 como consultora parlamentar e salário de R$ 9,2 mil. Evelyn foi nomeada em dezembro de 2016 como assessora parlamentar de Flávio Bolsonaro, na vaga da irmã Nathália. Na última folha de pagamento da assembleia, ela aparece com um salário de R$ 7,5 mil.
Laranja da família Bolsonaro foi homenageado por ela

Os irmãos Flávio (PSL-RJ) e Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filhos do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL-RJ), prestaram homenagens na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) e na Câmara dos Vereadores, respectivamente, ao policial militar Fabrício José Carlos de Queiroz, ex-assessor do gabinete de Flávio, deputado estadual. Segundo o relatório, revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo, Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017. Uma das transações citadas é um cheque de R$ 24 mil destinado à futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro. A folha de pagamento de setembro (a mais recente disponibilizada pela Alerj) indica que Queiroz recebia salário líquido de R$ 8.517,86 no cargo de assessor parlamentar III.
comentado atrás por (3,2K pontos)
Não seja tão otimista, moço....
As investigações apenas começaram...Nem sequer existe ainda uma denúncia à Justiça... Ou seja: não basta que a Justiça seja ágil, pois a operação ainda está em sua fase policial...

A investigação e o inquérito ainda levarão alguns meses... Depois será oferecida uma denúncia com base nas apurações... Como Flávio Bolsonaro tem prerrogativa de foro, tudo será arrastado para as Calendas, pois o processo terá de ser desmembrado e a Justiça terá que julgar quais partes ficarão no STJ (pois ele era deputado estadual na época), quais ficarão no STF (pois ele agora será deputado federal) e quais partes ficarão na primeira instância... Só essa fase de desmembramento, com todas as chicanas dos advogados de defesa, deve durar no mínimo 3 anos.

... E as acusações, até agora, só atingem Flávio Bolsonaro... Pelo menos por enquanto...

Sejamos realistas: vamos apenas atazanar os bolsominions com esse episódio e rir de suas desculpinhas esfarrapadas... Por enquanto é só isso que temos.
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