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perguntado atrás em Curiosidade por Ouro (64,8K pontos)
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respondida atrás por Bronze (10,7K pontos)
Soltar todo mundo em uma selva, por três semanas, os que conseguirem formar um grupo de sobrevivência com boa captação de recursos, distribuição e valorização de tarefas individuais, realmente estão aptos para desempenharem valiosos papéis produtivos e coordenativos.
comentado atrás por Prata (35,1K pontos)
Pouco radical kkkk
comentado atrás por Bronze (10,7K pontos)
Não tanto kkk

Essa é a origem da civilização humana e o fundamento da prosperidade, individualidade e trocas voluntárias.
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respondida atrás por Prata (35,1K pontos)
Eu não sei se é a forma mais eficiente, mas é a que eu faria se fosse professor.
Todas as minhas provas seriam com consulta. O aluno não precisa decorar fórmulas sobre a variação de volume se ele souber a lógica de construção por trás dela, não faz sentido obrigar ele a decorar isso. Se precisar, só ir na net ou num livro.
As questões da prova também não seria de copiar e colar, tipo "O que é força?" e aí o aluno ir lá e procurar no caderno a frase que inicia com "Força é..." e "colar" a resposta na prova. Seriam perguntas que obrigam o aluno raciocinar. No caderno ele teria o conteúdo, mas na prova teria que a partir do conteúdo pensar por si mesmo. Teorizar.
comentado atrás por (884 pontos)
Tive um professor de filosofia que fazia isso.Era engraçado porque tinha um pessoal que comemorava que a prova seria com consulta e depois tirava nota vermelha do mesmo jeito kkkk

Mas eu achava uma ótima ideia...
comentado atrás por Prata (35,1K pontos)
shuahsus imagino a treta com "O professor não passou essa matéria". Mas tem que ser assim, principalmente filosofia, incentivar o aluno a pensar. Sem esforço não há aprendizado.
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respondida atrás por Prata (46,6K pontos)
Aquele que tenha equidade. Para avaliar os alunos certamente, é preciso levar em conta o seu entorno social. Nao é o mesmo avaliar alunos que estao em boas condicoes económicas e sociais de aqueles que nao o estao. Deve ter técnicas de avaliacao diferentes e variadas que dem oportunidade aos diferentes tipos de aprendizados dos educados. Que motivem a eles mesmos a se auto-avaliar, nao como uma punicao, senao como uma ferramenta que ajude a enxergar as falhas e corrigi-las.

Muitos governos da regiao querem implantar uma educacao globalizada, copiando sistemas educacionais exitosos de outros paises. Mas estes sao paises desenvolvidos(Finlandia, Noruega, Franca, etc). O fazem pensando mais como um país desenvolvido e nao como o que somos agora, com todos os problemas de desemprego, desnutricao, escolas com muitos estudantes e poucos recursos, criancas com fome, pais com pouca preocupacao por seus filhos, meninas que, porque se livrar da família, ficam grávidas de outro etc. Primeiro precisam adaptá-lo ás condicoes reais destes países subdesenvolvidos.

O que importa realmente é o desenvolvimento humano-social do receptor da educacao, lutar por sua integracao em oposicao á marginalidade, entrar positivamente aos caminhos do desenvolvimento, buscar geracao trás geracao o bem-estar da comunidade, entre outras coisas. Recém depois disso, provar ou se provar que ele capaz de alcancá-lo( é dizer; se auto-avaliar).

Nao se educa para tomar um exame. Se educa para ensinar a ajudar a viver e a converter, o receptor,  em um elemento positivo da sociedade. Esse é (ou deveria ser) o verdadeiro fim de qualquer método de avaliacao.

Boa noite.

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