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perguntado em Saúde e Fitness por Bronze (10,9K pontos)
A psiquiatra suíça Elisabeth Kübler-Ross após observar pacientes próximos da morte certa, elaborou as cinco fases do luto, onde descreve como nossa mente costuma lidar com a experiência da morte, apesar de não ser algo conclusivo por se tratar de uma ciência humana, ao menos duas fases do luto são observadas em grande parte dos casos.

1) Negação

2) Raiva

3) Barganha

4) Depressão

5) Aceitação

Você já testemunhou alguém que estava vivenciando uma ou mais fases do Luto? Já experimentou alguma dessas sensações?

5 Respostas

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respondida por Ouro (71,5K pontos)
selecionada por
 
Melhor resposta
Eu  ainda tô na 5...mas tá difícil ...
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respondida por Prata (36,1K pontos)
Eu só lembro de ter conhecido 1 pessoa de luto, mas pela morte de de outra pessoa, não de si próprio. No caso ela passou apenas pela fase de aceitação (ou era de negação disfarçada de aceitação, slá).
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respondida por Platina (91,8K pontos)
Eu pulei todas elas. Para mim o luto veio a calhar dois meses depois , foi quando reslmente percebi que meu pai havia falecido. Foi quando eu consegui chorar. Mas depois só lembro algumas vezes. Quando precisocolocar o nome dele em documentos.
Bye.
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respondida por Bronze (25K pontos)
Nesse caso o luto é da pessoa que vai morrer ou do parente ou amigo próximo?

Eu não conheci ninguém em nenhuma dessas fases, se conheci não tive sensibilidade suficiente para perceber.

Interessante esse estudo da Elisabeth.

Bom dia ^^
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respondida por (3,4K pontos)
Não sei se essa elaboração de duas fases já foi testada, mas mesmo ela, já bastante comum, é um pouco problemática, porque essas fases são mal-definidas, a ponto de se confundirem. Não é claro o bastante o que separa a negação da raiva, ou a depressão da aceitação, por exemplo.

Na minha opinião, essa teoria tem os mesmos problemas da Tipologia de Myers-Briggs: as duas surgiram dentro da cultura da psicanálise, em que teoria se apoia em teoria, sem preocupação com o rigor na definição dos termos/processos, a conexão com o conhecimento científico estabelecido, e com grande aversão, até hostilidade, à investigação empírica. É a mesma cultura que deu origem à ideia de que a proximidade em excesso da mãe é a causa da homossexualidade masculina, de que frieza em excesso da mãe é a causa do autismo, de que a Síndrome de Tourette é resultado da inibição da masturbação... à medida que cada uma dessas ideias é refutada, os historiadores da psicanálise passam a borracha nela e fingem que nunca existiu.

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