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perguntado atrás em Dúvidas no Gloove por Bronze (22,8K pontos)

3 Respostas

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respondida atrás por Bronze (16,7K pontos)
Já que tu vai metaforizar,  vamo metaforizar então :p
Eu sou como areia da praia. Há a parte que não muda... molhada, pesada, que eu espero que as ondas levem junto com as esculturas de barro que um dia criei nela. Há também a areia fácil do vento levar, onde eu busco construir meus novos castelos protegidos do mar :)

Se vira aí kkk tu que começou ^^
comentado atrás por Bronze (22,8K pontos)
Metafórica-mente Falando, sua resposta está muito bem construída. Muito obrigado amigo...
Abraço
+1 voto
respondida atrás por (3,6K pontos)
editado atrás por
Há tantos ventos em mim que não sei onde ando
Quando caminho me acompanham
Alguns são apenas pequeninas brisas e acalentam
Outros vendavais ininterruptos
Mas muitos passam por mim
Sem pedir permissão
Levando
Inteiros
Tão meus
Se quer fui consultada desse furto
E somam com tal força
Ausências graúdas
Saio a buscar esses pequenos retalhos
De rosto em rosto
estão
Ai
transmutados em novas memórias

Eram minhas ?
ou outros retalhos que tomei posse
e devo remir
comentado atrás por Bronze (22,8K pontos)
comentado atrás por Bronze (22,8K pontos)
Rio D'Ouro, com a ponte D. Luiz ao fundo em dia de chuva... A pessoa que foi fotografada de costas, és tu.?.
Tens muito bom gosto, em usar minha cidade como Niki.   
comentado atrás por (3,6K pontos)
Não, meu doce cigano foi uma foto aleatória para retratar a chuva .Obrigada por esse belo vídeo, nem sabia que se tratava da sua cidade parece linda :)
+1 voto
respondida atrás por Bronze (22,7K pontos)
Como diz um proverbio  chines:
"Se o vento soprar de uma única direção, a árvore crescerá inclinada".
E se relutarmos contra esse vento, podemos nos arrebentar todo
Então  aprendi a duras penas a não só sentir o sabor dos ventos, como sentir muitas vezes seu perfume..e isso não significa inconstância,  e sim apenas renovação do próprio sentido.

Deixo uma poesia pertinente...

"No fim tu hás de ver que as coisas mais leves são as únicas
que o vento não conseguiu levar:
um estribilho antigo
um carinho no momento preciso
o folhear de um livro de poemas
o cheiro que tinha um dia o próprio vento."

Mario Quintana

Forte abraço...adorei a reflexão concedida.
comentado atrás por Bronze (22,8K pontos)
Boa noite "moça"  Confusa...
Optichá.

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